O Procon Pará iniciou a operação “Construção Justa” e convocou o Sindicato da Indústria de Olaria Cerâmica para Construção e Artefatos de Cimentos Armado do Estado do Pará (Sindolpa) para uma reunião. Na ocasião, o Procon propôs a redução nos preços de materiais de construção neste período de pandemia, pois muitas pessoas perderam parte da sua renda ou ficaram desempregadas.

Em duas semanas, o Procon Pará recebeu mais de 100 denúncias sobre o aumento nos preços de materiais de construção, principalmente, do tijolo.

Segundo pesquisa realizada pela Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor, em março, o milheiro do tijolo custava em média R$ 250, e em junho, passou a custar em torno de R$ 400.

Uma nova reunião foi marcada para que os representantes do sindicato anunciem o que foi decidido com seus associados e, junto com a diretoria de proteção, entrem em um acordo.

“Não podemos permitir que continuem estes valores. Precisamos que diminuam, pelo menos, neste período de pandemia. Quando tudo passar, podemos tratar sobre os reajustes que podem ser feitos sem afetar o consumidor, claro”, disse o diretor do Procon Pará, Nadilson Neves.

O presidente do Sindicato, Rivanildo Hardmam, explicou que existem pontos importantes que contribuíram para este aumento. “O inverno amazônico prejudicou muito, pois dificultou na extração das jazidas, que é a matéria-prima para a produção do tijolo, além da diminuição de pessoas para produzir. Ou seja, com a alta demanda e pouca produção, o valor acabou subindo”, disse.

– G1
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